sábado, 24 de dezembro de 2011

E ele curte um som.

Quando a música pára, ele morga... Cachorrinho lindo, meu deus.


O Amor que for.

A gente passa a vida com medo. Medo de morrer, de ficar tempo demais no emprego errado, de não ter o colo dos amigos quando a gente mais precisa, de não fazer as viagens dos sonhos, de não conseguir comprar a casa própria, de não encontrar alguém para casar e ter filhos.

De todos os medos, o que mais me aflige é o de não conseguir amar. Porque vamos combinar: depois de um, dois, três corações partidos, fica fácil pensar que nada vai dar certo, que as relações viram DRs intermináveis que culminam em mágoas quase eternas.

Nos livros, nos filmes, nas músicas que a gente passa o tempo todo lendo, vendo e ouvindo, todo mundo sofre por amor. E a gente acha lindo, se identifica, quer viver aquela avalanche de paixão, de tesão, de loucura.

Quando chega a vida real, ah aí, não: todo mundo quer o conto de fadas. Quer encontrar no outro a imagem da perfeição, alguém sem um passado que diga muito, alguém que mal tenha um presente ( só se for com você) e cujo futuro esteja inevitavelmente atrelado ao seu e comece a ser planejado imediatamente.

Não, gente, menos! É preciso entender que a gente é a soma de tudo o que viveu, principalmente de tudo o que viveu com outras pessoas. São as histórias de amor que deixam a gente do jeito que é: às vezes mais madura, às vezes mais medrosa, às vezes mais otimista para buscar de novo, mas sempre diferente e mais experiente.

O que a gente é hoje é o que importa. A gente faz o que pode _e, na maioria das vezes, é de todo o coração.

Para o fim do ano que se aproxima, eu e 90% da população já começamos a fazer um balanço do que se passou. E cada vez mais acredito que os pedidos-clichês são os que a gente realmente necessita: paz, saúde e amor. Tudo para aguentar os furações. Afinal, por mais que o medo insista em se instalar, ainda vale mais uma paixão louca do que um coração congelado.

Textinho da Daniela Arraes, dona do Don't Touch My Moleskine.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Poeme-se.

Já ouviram aquela velha frase "Uma imagem fala mais que vil palavras?". Então, acredito que foi essa a ideia inicial do Poeme-se. Com imagens belíssimas e pequenas frases que se encaixam perfeitamente nelas, esse site é repleto de poesia, não a poesia tradicional que costumamos ver, essa é diferente. O site tá aí para mostrar que poesia não se faz só com palavras. Mas com sentimentos.
A descrição da Fanpage do Poeme-se no Facebook já diz tudo o que precisamos saber sobre o site: "o poeme-se é o que você quiser. ele vive é pra fazer feliz. ♥"
E realmente me fez. Me transportou por alguns segundos para dentro das imagens. Para dentro da Poesia.


Nossas, são muitas lindas que se desse eu botava todas, mas no tumblr tem mais, vai lá dá uma conferida!!
Poeme-se
E sim, esse post é todo culpa da @polianamoura que vive divulgando coisas incríveis no tuiter e no facebook.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Féééééééérias.



"Talvez eu só precise de férias, um bom livro e um novo amor." 
As férias e o livro eu já tenho. Agora só falta esse tal de novo amor. Mas tudo bem, as fééééééérias por enquanto tá dando pro gasto.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Swing Of Change.

Todos nós já recordamos momentos bons ou nos imaginamos em algum lugar bonito só de ouvir uma música. Quem nunca sentiu isso que atire a primeira pedra. Pois é, a música tem esses super poderes de nos fazer mudar de humor e até ampliar a nossa visão de mundo. E é disso que trata esse curta, que serviu como trabalho de conclusão de curso de Harmony Bouchard, Andy Le Cocq, Joakim Riedinger, Raphael Cenz - aposto que tiraram 10, huahau!!! Enfim, o video retrata um barbeiro racista que passa a valorizar os negros após entrar em contato com a música produzida por eles. Muito bem feito, onde os mínimos detalhes foram lembrados, vale a pena conferir.


sábado, 10 de dezembro de 2011